quarta-feira, 21 de abril de 2010

Fluxo

Meu corpo, perdido, sem alma
Sem a calma que seu olhar traz
E tudo passando por mim
E eu andei por entre os carros
As luzes sem brilho me levando
E cheguei ao teu corpo,
Que agora me pertence
E que sempre foi meu templo
Meu contentamento, meu lugar
E sob sua pele morena
Nenhum inverno pode congelar
O fluxo que me faz ficar
E ser o corpo quente
A te abraçar

Isabela Moraes
01/04/2010

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